Todo dia é a mesma coisa. Levantar seja como for e buscar forças para viver nesta sociedade rústica de sentimentos. Vestir a armadura da indiferença e caminhar para o espelho. Diante dele, pintar a máscara necessária para caminhar pelas ruas. Quem sou? Poucos conhecem-me verdadeiramente. Mas isso não faz-me ficar triste. Tenho coragem para viver minha vida como quero e preciso. Aliás quem foi que disse que para viver bem precisa estar acompanhado? Por favor hoje em dia isso não se faz mais necessário. Com certeza é mais sadio cada um ter a seu canto, sua identidade. Assim não sentimos o sufocamento da mordaça, nem a gastura da correia. Caminhar lado a lado namorando com tudo de bom.
Sei lá mas hoje, quero sentir no rosto o vento de liberdade, colher minhas venturas ou desventuras sem apontar dedos para culpar. A topada será só minha, o tapa bem dado pela vida virá com o gosto de minhas escolhas para que no meu amanhã e veja nas minhas rugas quem sou, quem eu quiz ser.
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